O custo invisível da comissão: R$ 55 de vitrine viram R$ 37–45 no bolso
Descontada a comissão da plataforma, a hora-aula de R$ 55 entrega ~R$ 37–45 líquidos. O faturamento bruto esconde o efetivo.
Professores de inglês · O essencial do seu ofício como negócio
Descontada a comissão da plataforma, a hora-aula de R$ 55 entrega ~R$ 37–45 líquidos. O faturamento bruto esconde o efetivo.
O preço de referência do inglês particular gira em torno de R$ 55/h, mas vai de ~R$ 75 em São Paulo a ~R$ 30 no interior. A geografia do mercado define o teto antes da competência.
A hora-aula de inglês comercial é cotada em ~R$ 67, acima dos ~R$ 55 da conversação genérica. O mesmo profissional, posicionamento diferente, faixa de preço diferente.
A referência formal do professor de inglês é ~R$ 5.139/mês para 30h. O autônomo precisa cobrir a mesma renda sem férias, 13º ou agenda garantida.
O Brasil pontua 482 no EF EPI (75º, banda baixa). A lacuna de proficiência é estrutural — a demanda por inglês não é cíclica, é crônica.
51,9% das instituições de ensino convivem com inadimplência acima de 10%. No autônomo sem contrato, o no-show e o atraso saem direto da hora-aula.
O MEI trava em R$ 81.000/ano — cerca de R$ 6.750/mês. Vender só hora-aula coloca um limite aritmético no negócio muito antes do limite da agenda.
Cada hora não vendida — feriado, janeiro vazio, no-show — não volta. O negócio do professor de inglês é estruturalmente limitado pelo número de horas, não pela demanda.
PlataformasA Preply retém 100% da comissão na primeira aula e 18–33% nas seguintes. O preço de vitrine e o faturamento líquido são dois números diferentes.
O preço de referência do inglês particular gira em torno de R$ 55/h, mas vai de ~R$ 75 em São Paulo a ~R$ 30 no interior. A geografia do mercado define o teto antes da competência.
A hora-aula de inglês comercial é cotada em ~R$ 67, acima dos ~R$ 55 da conversação genérica. O mesmo profissional, posicionamento diferente, faixa de preço diferente.
A referência formal do professor de inglês é ~R$ 5.139/mês para 30h. O autônomo precisa cobrir a mesma renda sem férias, 13º ou agenda garantida.
O Brasil pontua 482 no EF EPI (75º, banda baixa). A lacuna de proficiência é estrutural — a demanda por inglês não é cíclica, é crônica.
51,9% das instituições de ensino convivem com inadimplência acima de 10%. No autônomo sem contrato, o no-show e o atraso saem direto da hora-aula.
O MEI trava em R$ 81.000/ano — cerca de R$ 6.750/mês. Vender só hora-aula coloca um limite aritmético no negócio muito antes do limite da agenda.
Cada hora não vendida — feriado, janeiro vazio, no-show — não volta. O negócio do professor de inglês é estruturalmente limitado pelo número de horas, não pela demanda.