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Dentistas

Edição 2

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Mercado

A consulta de convênio que paga 10% da particular

O dentista credenciado recebe de 15% a 20% do valor de referência, e a consulta por plano equivale a cerca de 10% da particular. A mesma hora clínica vale frações conforme quem paga.

15% a 20% — do valor de referência é o que o convênio repassa ao dentista; a consulta por plano equivale a cerca de 10% da particular

fonte: Dental Office / Capim

Diagnóstico · 9 min

35 milhões em planos odontológicos: a demanda que o plano intermedia

Os planos exclusivamente odontológicos somam 35,4 milhões de beneficiários e crescem 1,1 milhão ao ano. Quanto mais a demanda migra para o convênio, mais o preço sai das mãos do dentista.

35,4 mi — beneficiários em planos exclusivamente odontológicos, +1,1 mi em doze meses

fonte: ANS

Análise · 9 min

Gestão

Faturamento bruto não é renda: os R$ 20 mil a R$ 35 mil que encolhem antes de sobrar

O número que circula como renda do consultório solo é bruto. Laboratório, material, esterilização e impostos consomem a diferença entre o que entra e o que fica.

R$ 20 mil a R$ 35 mil — é o faturamento bruto mensal de um consultório solo, antes dos custos invisíveis

fonte: Simples Dental

Diagnóstico · 10 min

A cadeira alugada e o turno vazio: o custo fixo que não espera o paciente

O aluguel da cadeira corre por turno — R$ 200 a 250 — esteja a agenda cheia ou ociosa. O custo fixo é o piso silencioso que define a margem da hora clínica.

R$ 200 a R$ 250 por turno — aluguel de cadeira/consultório por turno; a diária em São Paulo vai de R$ 200 a R$ 800

fonte: CRO-RS

Ensaio · 10 min

Agenda cheia, margem parada: por que vender hora clínica não levanta o teto

Quando a receita é a soma de horas na cadeira, o teto de faturamento é o número de horas que cabem na semana. Lotar a agenda não muda a estrutura — apenas a aproxima do limite.

Diagnóstico · 10 min

Regulação

Res. CFO 271/2025: o que o CADE mudou na publicidade odontológica — e o que segue vedado

Após o CADE, os cartões de desconto saíram do rol de infrações éticas. Mas publicidade enganosa ou abusiva e a captação ativa continuam proibidas — o preço ainda não pode virar propaganda.

Res. CFO 271/2025 — pós-CADE, cartões de desconto saem do rol de infrações, mas publicidade enganosa/abusiva e captação ativa seguem vedadas

fonte: CFO

Análise · 10 min

O dentista não é MEI: o Fator R e o teto de quem vende hora clínica

Por ser profissão regulada, o dentista não pode optar pelo MEI. No Simples, cai no Anexo III a 6% só se o Fator R alcançar 28% da folha — senão, no Anexo V até 15,5%.

6% → 15,5% — o dentista não pode ser MEI; entra no Anexo III a 6% só com Fator R de pelo menos 28% da folha, senão no Anexo V até 15,5%

fonte: Canova Contábil

Análise · 10 min

650 cursos e 162 mil estudantes: a formação que pressiona o preço por baixo

Os cursos de odontologia saltaram de 241 para 650 em uma década, com 162,7 mil matriculados em 2024. O fluxo de novos formandos é a força estrutural que adensa o mercado.

650 cursos · 162,7 mil — cursos de odontologia (eram 241) e estudantes matriculados em 2024 — inflow que adensa o mercado

fonte: INEP/MEC (via OdontoDados)

Diagnóstico · 10 min

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